quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

🌙 Aleatoriedades Cotidianas 🪄


Rascunhos da Alma ★™

Pela manhã, acordei cedo, tomei um banho frio, me vesti com minha calça jeans, minha blusas de botões branca e meu casaco de flores (que me deixa parecendo uma feiticeira 😌🪄💕) e fui para a escola. Saí cedo, então caminhei lentamente, aproveitando cada vista deslumbrante que se desenrolava na minha frente (ok, eu tô parecendo o Victor Hugo).

Cheguei na escola, enchi minha garrafinha e fui para a sala. Como não tinha professor, fiquei conversando com duas amigas na frente da sala, mas depois entramos e tivemos aula de Sociologia. Foi legal, vimos alguns slides e copiamos. Então, tivemos aula de História e, outra vez, uma boa aula. Depois, o recreio, que passei comendo e conversando com um grupo aleatório da mesa em que sentei (eu e meu feitiço de me dar bem com todo mundo). Voltei para a sala e mais aula de História. Inclusive, eu trouxe O Diário de Anne Frank na minha mochila e li um pouco dele entre uma aula e outra.

Fui embora com meu irmão e, no caminho, peguei uma flor vermelha (a que aparece na foto), que estava no chão e capturou minha atenção. Em casa, eu tomei banho, lavei louça e servi o almoço. No começo da minha tarde, eu fiquei criando uma coreografia para a música Movin'On da Kally's Mashup (a qual fiz só uma parte) e depois fiquei escrevendo em meu diário.

Fui fazer café às 15h, comi bolacha e estudei o que tinha visto na escola. Depois, tomei banho, peguei uma xícara de café (não, eu não sou a Dona Florinda) e fui estudar Psicologia.

Hoje, nesse estudo, vi sobre quem somos quando erramos. Nosso sistema de ameaça (segundo a teoria de Paul Gilbert) associa um episódio ao nosso caráter, criando a supergeneralização, um viés cognitivo que costuma transformar casos isolados em regra de vida. Então, o objetivo do dia foi desmitificar isso.

Então, agora, estou escrevendo esse post e ouvindo a música coreana Smiley da Yena e BIBI. Ainda não escureceu por aqui, mas tá fazendo bastante frio. Meus gatos Sol e Branquinha estão dormindo na cadeira à minha frente, ao lado do meu caderno. Não sei o que vou fazer depois daqui, mas devo inventar algo.

A questão é: o quanto do cotidiano é uma escolha consciente que fazemos? Você vive o que vive porque não tem escolha ou porque realmente gosta do que está vivendo? 

Com Amor (e Indagação), Lua 🌙 🪄.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Um dia habitável — Leitura, ideais e reflexões

“Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, é um romance trágico do ultrarromantismo português, centrado em um amor intenso, impossível e marcado pelo sofrimento.

A história acompanha Simão Botelho e Teresa de Albuquerque, dois jovens que se apaixonam profundamente. O problema é que suas famílias são rivais, cheias de orgulho e conflitos antigos. O amor entre eles, em vez de unir, acende ainda mais o ódio entre os dois lados.

Para impedir o relacionamento, Teresa é trancada em um convento pelo próprio pai. Simão, impulsivo e apaixonado, acaba se envolvendo em um confronto violento ligado à família dela e é condenado ao exílio. Mesmo separados, os dois mantêm o amor vivo por meio de cartas cheias de dor, esperança e devoção.

Paralelamente, surge Mariana, uma jovem que se apaixona silenciosamente por Simão e o ama de forma generosa e sacrificada — um amor não correspondido, mas profundamente fiel.

O romance mostra como o amor, quando cercado por orgulho, rigidez social e destino cruel, pode se transformar em sofrimento e destruição. É uma história sobre paixão absoluta, sacrifício e a força dos sentimentos — bela e dolorosa ao mesmo tempo.”


Terça-feira, 10 de fevereiro de 2026.

Hoje, eu terminei de ler Amor de Perdição pela segunda vez. O final foi o mesmo que o de antes, mas dessa vez, foi com menos impacto funcional. Não fiquei pesada com o final, apenas me senti triste. 

Pela manhã, fui para a escola e me senti estranha, insegura. Mas depois voltei para casa, e me senti um pouco eu mesma, de novo, depois de estudar Psicologia e planejar estudos sobre Literatura.

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026.

Oi, de novo. Hoje, eu me arrumei com minha calça jeans, uma blusa de botão branca e um casaco de flores e fui para escola. Nesses dias, eu estava indo com uma roupa que não chamasse muita atenção porque eu não estava pronta para receber isso sem me desregular por dentro. Então, hoje, me enchi de coragem e fui do jeito que eu queria e, no final, ninguém ligou e eu estava feliz. Foi uma vitória e tanto para mim mesma.

Agora falando de Amor de Perdição… eu ganhei esse livro do meu pai e, naquele momento, eu ainda estava lendo Jane Eyre, então eu deixei ele guardado para ler depois. Quando chegou a hora, eu o li em dois dias, porque fiquei viciada no jeito que Camilo Castelo Branco conta histórias. A única coisa que eu não fiz — e que pretendo, acho — foi responder ao roteiro de perguntas.

Simão e Teresa idealizaram um amor. Mariana se entregou a um amor não correspondido. E ambos foram duramente machucados pela realidade. E nem um deles sobreviveu a isso, não porque eram fracos, mas porque não conseguiriam viver em um mundo que não foi o que eles idealizaram.

Os meus ideais também foram quebrados uma vez. Eu também tentei “anestesiar” a mim mesma para não precisar lidar com a realidade. E por algum milagre “divino” — e olha que nem nisso eu acredito — eu ainda estou aqui, eu ainda sou eu. Todos lidam de uma forma com a realidade que vivem, e nenhuma delas estão erradas, não importa se eu concordo ou gosto delas. Todos sabem onde dói, e isso não me diz respeito. Tudo que eu posso fazer é viver a minha vida da minha forma. E deixar que os outros vivam da maneira deles, mesmo que me incomode.

» A minha verdade é só minha. Isso ninguém muda, mas também a isso ninguém deve. «

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Não é sobre "viver sem dor" — é sobre senti-la e conseguir seguir em frente.


Existe uma frase que eu li em um dos meus estudos sobre Psicologia, que é:

“Dor é inevitável. Sofrimento não é.”

Essa dor são as emoções humanas naturais que todo mundo — até aquelas pessoas que fingem que não — sentem. O sofrimento é a tentativa de expulsar a emoção, de tentar não sentir o que já está sendo sentindo.

E isso fez total sentido pra mim ontem. Basicamente, eu fiquei doente, passei o dia todo dormindo e acordando, sentindo dores e morrendo de febre. Eu me senti mal em não ter feito muita coisa, por não ter sido “útil”. Mas tentei não me culpar e dizer a mim mesma que eu precisava descansar.

Quando acordei hoje, estava um pouco melhor, mas ainda cansada. Escrevi um pouco, assisti a alguns minutos de um vídeo de balé sobre O Lago dos Cisnes (sim, oficialmente viciada) e fui ler esse livro, Alerta de Gatinho. Consegui me divertir um pouco, mesmo que meu corpo ainda doa e que minha mente esteja pessimista. 

Então, eu me permiti sentir, me dei liberdade para ficar doente por um dia inteiro, me deixei ser apenas um ser humano cansado e isso não durou mais que dois dias. Ou seja, talvez o que prolongue um sentimento ruim seja justamente o fato de evitá-lo. Se o nosso cérebro aprender que sentir emoções desconfortáveis é seguro, ele não vai entrar em pânico quando acontecer. Ele vai sentir e depois... continuar.

Com Amor, Lua.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Fim de Semana — Refletindo...

 


Pensatices™

Oi, Moonsters. Adotei esse apelido para vocês porque é um trocadinho com a palavra Moon e Monsters. Cês entenderam, né? Claro.
Ok, hoje é sexta e é um dia de novos planos. Só nesse dia, fiz um mini projeto artístico (juntei algumas folhas e fiz desenhos e frases aleatórias), terminei meus estudos independentes de Psicologia e vou iniciar sobre esse e outros assuntos na segunda que vem, e voltei a dançar! Claro, dancei K-pop.
Eu sou uma garota de muitos sonhos, de muitas paixões, com um coração grande o suficiente para tudo e todos que vou amar. E falando em amar... acho que tem um garoto da minha nova sala que tô gostando. Sei lá.
Não quero fazer muito nessa noite, mas acho que estou feliz. Nem tudo está perfeito, nem todas as peças se encaixaram, mas eu continuo aqui, continuo inteira. Continuo... eu.

Com Amor, Lua ★.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Um projeto feito com amor — E medo, mas corajosamente.

“Autopromoção nunca foi minha praia. Mas acho que dá pra tentar. Só hoje.”

Não, essa citação não foi dita por alguém famoso. Só um pensamento de alguém com a mente em combustão.

Falando sério agora — “respiração profunda pra conter as risadas gramaticais” —, eu vou publicar um livro. Basicamente, vai ser um diário virando um livro que vou publicar no Google Play Livros sob o pseudônimo de “Marilyn Austen”.

“Ok, mas por que anunciar isso num lugar que SABEM quem você é?”

É, eu também não sei. No fundo, eu confio mais em quem me conhece por minhas palavras do que pelo que posto nas redes sociais. Talvez um dia esse medo passe e eu atribua o livro a meu nome real, prometo. Não sei a quem eu tô prometendo, mas acredito que esse sentimento passará algum dia.

Ok, informações básicas sobre o livro:

Nome: Com Amor, Lyn.

Data de Lançamento: 22 de maio de 2026 (ou seja, meu aniversário).

Se vocês gostam do que escrevo aqui, talvez gostem desse projeto medrosamente feito por mim. Mas, como dizia Simon, “A coragem é louca”.

Com Amor, Lua ★.

Um Conto de Natal de Charles Dickens — Como fantasmas do Natal mudaram um homem.


No dia 31 de dezembro de 2025 — mais conhecido como o último dia do melhor ano da minha vida —, eu finalizei este maravilhoso, esplêndido e digníssimo livro. Pela primeira vez, li alguma coisa de Charles Dickens e me apaixonei como Otto Frank (só quem leu O Diário de Anne Frank vai entender — e é exatamente por isso que EU entendo 😌☝️).

O Scrooge, no começo, é realmente um ser que causa lástima. Não só isso, ele também causa pena. Como um ser humano pode ter um coração tão duro? Como um ser humano não deixa a magia do Natal entrar em seu interior? (ok, eu estou falando como uma cristã, CHEGA!). Então, veio primeiro o fantasma de Marley, que foi muito, muito reflexivo. 

Os Fantasmas do Natal foram incríveis, mas...
• Passado: mais dolorido.
• Presente: o mais “uau, abriu meus olhos”.
• Futuro: o mais triste.

Então, o jeito que Scrooge muda depois disso é incrível e me fez ter um pouquinho de esperança na bendita raça humana. Acho que se a gente refletisse mais sobre nós mesmos, teríamos mais chances de mudar. Mas muita gente prefere achar que se é eterno, ou como eu digo, muita gente prefere “eternizar-se”.

Adoro o Dickens. Não tanto quanto o Otto, acho.

Com Amor, Luana 🌙 🪄 .

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Talvez a mudança seja boa (TALVEZ)

 Hello, Moonsters 🌙🪄.

Hoje foi o terceiro dia de aula. E, incrível, estranha e taciturnamente, eu gostei de ter ido para a escola hoje. Foi legal, de verdade. 
Como nos outros dois dias, eu literalmente voei para a escola, usando minha calça jeans, minha camisa de botões bege e meu casaco de flores ao redor dos ombros. Quando cheguei, falei com duas amigas de outra sala e já comecei o dia rindo. Entrei na sala e, graças ao Deus-Gato — o deus que importa —, o professor ainda não tinha chegado. Fiquei conversando com os colegas da minha turma e depois tive aula de Sociologia. Eu gostei muito e achei interessante. Depois, fui embora com meu irmão e passei — dessa vez, com mais calma —, pelo que eu denominei "La porte de Cosette et Marius", o qual consiste em um portão gradeado com flores e plantas rebeldes. Ele me lembra aquele portão da casa de Cosette e de Jean Valjean, onde ela se encontrou com Marius (veja até que ponto esse romance de Victor Hugo chegou 💕😌).

Bom, muito bom. Aliás, quando estávamos indo pra casa, o professor de Sociologia e mais um garoto (que eu suponho ser filho ou parente dele, não sei) nos pararam e o professor perguntou para o meu irmão se eu era irmã dele, o que eu respondi: sim. Então, os dois foram embora na moto e eu sorri com aquilo (talvez tanto quanto o garoto sorriu). Ok, não estou apaixonada. Mas é bom se sentir vista.

Ainda hoje, eu assisti a um vídeo muito legal da Julia Minegirl — voltando à infância —, comecei o livro Frankestein de Mary Shelley, e estudei Sociologia e Psicologia em um aplicativo de estudos muito legal. Foi um dia muito bom e, mais que isso — bem e profundamente vivido.

Com Amor, Luana 🌙🪄.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Beijos e Croissants de Anne Sophie Jouhanneau — Uma aventura em Paris que me tirou da triste constatação da mudança.


“Beijos e Croissants é um romance jovem adulto encantador escrito por Anne-Sophie Jouhanneau, que combina sonhos, romance e a magia de Paris em uma história leve e envolvente. 

A história acompanha Mia Jenrow, uma jovem americana que sempre acreditou estar destinada a ser uma bailarina profissional – uma paixão alimentada por uma antiga lenda familiar ligada à Ópera de Paris. Ao passar um verão em Paris para perseguir seu sonho de ballet, Mia enfrenta desafios inesperados: uma rival competitiva, um instrutor exigente e, claro, novas descobertas sobre si mesma e seu coração. 

No meio dessa jornada, ela conhece Louis, um rapaz francês charmoso que a apresenta aos encantos da Cidade do Amor entre passeios de Vespa e croissants deliciosos — mostrando que às vezes a vida reserva surpresas que vão muito além dos nossos planos.”

Na segunda-feira ★.

Pra quem passou quase dois meses lendo Os Miseráveis, esse livro é um ótimo alívio com cheiro de Croissant. Hoje foi o meu primeiro dia de aula e não foi nada do que imaginei que seria. Eu me senti meio decepcionada, mas também cansada dessa mudança. Então, depois de chorar, peguei um café (frio, só pra combinar) e fui terminar de ler esta preciosidade.

Na Terça-feira ♪.

Depois de mais um dia cansativo em uma escola nova, com pessoas, desafios e ruas novas, voltei para falar desse livro. 
Eu estava meio pra baixo porque acabei Les Misérables e não estava conseguindo me divertir com minha leitura atual (segredo de Estado 😌☝️), então fui no Skeelo e resgatei esse livro da maratona Skeenta (a qual eu não tô acompanhando porque não gosto de ler se não for no meu ritmo). 
Então… em poucos minutos, eu me pegava rindo das falas de Mia, da implicância da Audrey, da rigidez do sr. Drabowski e, claro, com o charme do Louis (eu tenho várias marcações em rosa só sobre ele). Eu gostei muito da mensagem que esse livro carrega: "Corra atrás de seus sonhos, mas não deixe de viver outras coisas incríveis por eles. Não se prive assim de viver algo bom só porque isso não tem nada a ver com seu sonho".
E admito que, hoje, assisti uma apresentação de duas horas sobre O Lago dos Cisnes e fiquei meio que viciada em balé. Não sei se será uma paixão passageira, não sei se dará algum fruto no futuro, só sei de uma coisa: J'adore le ballet.

Com Amor, Lua (Avec amour, Lua).

🌙 Aleatoriedades Cotidianas 🪄

Rascunhos da Alma ★™ Pela manhã, acordei cedo, tomei um banho frio, me vesti com minha calça jeans, minha blusas de botões branc...