segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Cálice (Cale-se) — O desejo por autenticidade.

Poesias Luásticas™

Chico Buarque 
uma vez escreveu:
"Talvez o mundo não seja pequeno 
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar meu próprio pecado 
Quero morrer do meu próprio veneno".

E eu,
Na minha ingenuidade,
Não entendia tão bem
"O que esse trecho significa?"

Mas aí, percebi:
A "verdade" não é absoluta,
O mundo não existe para sermos "iguais".
Somos diferentes 
E é isso que nos move para frente.

Poetizando a Poesia
Essa música sempre acendeu chamas em meu coração, sempre me fez querer um momento frugal para compartilhar meu pensamento 
Então, toda vez que ouvia este trecho, me lembrava que a verdade depende da perspectiva, que não se pode impor o que acreditamos aos outros, que o que funciona conosco talvez não funcione com o outro.
Além disso, esse trecho exala o desejo pela autenticidade. Eu posso dizer de mim que não quero ser apenas mais uma na multidão. Como dizia Charlie: "Tenho que fazer mais, tenho que ser mais!" (não reproduziremos o solo de clarinete, obrigada pela compreensão).
Então, o conselho da Jovem Lua (se é que estou apta para aconselhar) é: 

Busque sua própria verdade e seja fiel a ela. Mas também, não tenha medo de trocar de opiniões, pois é humano — e somos feitos de inconstâncias.

                                      Com Amor (e Orgulho), Lua ★.

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