Porque rima com “chatice” — o oposto desse blog — e porque eu quero — motivo plausível aprovado por… bem, por mim! —, surgiu esse nome. É quase como um “Rascunho da Alma”, a única diferença é que falarei sobre pensamentos frequentes e universais que surgem em mim em vez de apenas “conversar sem linha nem fio” — embora esse último sempre apareça em tudo.
A Falsa Mudança do Ano Novo
Acho que todo mundo — sim, o globo terrestre inteiro — conhece alguém que faz várias metas no fim de ano e, no meio de janeiro, já esqueceu de tudo — é o que dá não anotar as coisa num PAPEL e confiar na memória 😑 — ou simplesmente não se dedica e ainda se faz de vítima — ó humanidade, ó vida, ó calendário-que-não-faz-as-coisas-pra-mim.
Voltando. Essas pessoas — por mais irritantes — existem. Sim, é um fato, não, elas não podem morrer para diminuir o excedente populacional — não seja um Scrooge!
Na verdade, essas pessoas pensam assim porque acreditam no seguinte pensamento:
“O ano mudou, eu vou mudar também”.
Parece inocente. Não é. E eu vou explicar o motivo.
Primeiro: a pessoa tenta mudar por causa do ano e não porque sinta que precise mudar. Quando o motivo é externo e não interno, a gente não vai até o fim — e nem deveria, porque mudar sem querer não é mudança: é farsa.
Segundo: o indivíduo espera o ano novo para “mudar”. Se a pessoa quisesse, reconhecesse que precisa mudar, mudaria no dia 1º de dezembro ao invés de esperar o 1º de janeiro. Necessidade não espera; conveniência sim.
“Ah, mas você deve ter alguma meta, né?”. Respondendo a pergunta — que eu mesma fiz, imaginando que vocês fariam. Ou não, segue o fluxo —: sim, tenho. São as mesmas do ano passado: escrever, ler, estudar, conhecer, aproveitar, cultivar e — o principal — viver.
“Mas você já não fazia isso?” Sim, fazia. Meta não precisa ser só “inédito”; pode ser continuidade.
Com Amor, Lua.
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