Pensatices™
Até eu estava com saudades de escrever livremente e sem pensar muito no que digo — porque eu penso demais quando não deveria pensar. Hoje é sexta-feira, sinônimo de fim de semana e de aulas se aproximando. Isso deveria me assustar, né? Mas na verdade, eu estou realmente ansiosa para estudar. Eu sou uma alma sedenta por aprender, então a escola é o melhor refúgio para minha mente agitada.
Bom, o dia nem começou ainda (porque eu só funciono depois das 13h), então eu vou apenas estar aqui e pensar na minha vida. Estou quase acabando Os Miseráveis, e pretendo assistir ao filme. Eu não conheço ninguém que já tenho o assistido, mas eu acho que vai ser bom. Ainda tenho vários outros livros para ler e eu tô bem animada com tudo, really.
Ah, eu tive minha primeira consulta com uma psicóloga do ano. Foi muito bom e eu me senti ouvida pela primeira vez em minha vida. Sério, foi incrível.
No momento, está chovendo. E eu tô tomando café. E estou com um vestido vermelho (como a Louisa Clark, só que sem o Will). Eu assisti Com Amor Simon um dia desses e também Como Eu Era Antes de Você. Sinceramente, voltar para esses filmes me deixa flutuante e minimamente confortável. Inclusive, estou reassitindo a uma série — Kally's Mashup — que eu via quando era criança. E já coloquei várias das músicas dela na minha playlist. Estou feliz, serious.
Também tenho estudado Psicologia. Estou me saindo muito bem em tudo, e eu adoro isso.
Um conselho do avô de Marius é "Amem-se! Adorem-se!". E eu concordo. Quando se tem um amor — eu já tive quatro, então sei do que tô falando —, não podemos "moderar" o nosso sentimento. Precisamos gritar aos quatro cantos do universo que amamos e somos amados, que temos um ser incrível ao nosso lado, que a gente ama alguém sublime. Se eu tivesse um amor, uma garota ou um garoto, ou até quem não se identifica com o gênero, me amando e eu amando essa pessoa, eu faria todos a conhecerem, diria — vou me valer dessa expressão — a Deus e o mundo que eu encontrei o ser mais precioso, que eu sou retribuída no meu amor. Se eu tivesse um amor... claro.
E falando em amar, ando em dúvida sobre a bissexualidade e a pansexualidade. Mas acho que eu sou mais pansexual do que bissexual, só que eu não tenho nenhuma experiência para comprovar o fato. "Benditos céus, mandai-me um amor!" (Se eu orasse, seria isso). Olha, não levem muito a sério minhas efusões do parágrafo acima, às vezes eu me emociono.
Em toda a minha solidão, eu anseei por um doce e meigo amor. Mas agora… sei lá, acho que gosto mais de estar só. Todo mundo que pensa que vai morrer sem um amor se transforma num jovem solitário? Porque, se sim, alguém tem que me explicar essa metamorfose (Franz Kafka ou o Raul Seixas saberiam me explicar).
Uma vez, depois do meu primeiro coração partido, eu jurei nunca mais amar ninguém. Mas aí, eu amei outras pessoas, que também quebraram o meu coração, só que dessa vez, eu decidi não amaldiçoar o amor. Eu amo o amor, eu amo amar. Mas talvez, quando se trata do outro, eu me torne um alvo fácil, alguém que se pode aproveitar. Eu não sei se é drama meu, mas acho que eu sou bem melhor sozinha. Amar e cruzar fronteiras pelo outro talvez sempre acabe com decepção e dor. Pelo menos, pra mim.
Falar do amor sempre me deixa assim: boba. Quem leria essas cartas? Quem se importaria com os relatos sentimentais de uma garota de quinze anos? Não sei, mas nas estatísticas desse blog, 425 pessoas me lêem. E eu não entendo como. Não entendo quem se importaria. Mas eu me importo, isso é o suficiente.
“Eu amei e fui amada, isso é o suficiente pra mim.” (Love Scenario, Ikon).

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