segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Every Day of The Week — Poem about My Vision from Monday to Sunday

             Poesias Luásticas

Contexto Poético 

No dia 30 de julho — mais conhecido como penúltimo dia do mês —, eu tive a grande ideia de escrever um poema sobre os dias da semana e a minha visão — boa ou ruim — sobre eles. Fiquem com a minha obra prima 😎.

Poema: Cada Dia da Semana 

A Segunda-Feira é odiada por todos,
Pois ela inicia o que não querem começar.
Mas, para mim, ela é oportunidade,
Oportunidade de recomeçar.

A Terça-Feira também é odiada,
Pois é amiga da Segunda.
Mas, para mim, ela é um dia antes,
Um dia antes do Inferno Religioso.

A Quarta-Feira é amada,
Pois é o meio-fio que divide o começo do fim.
Mas, para mim, ela é odiada,
Odiada por todos que precisam colocar uma máscara religiosa.

A Quinta-Feira é doce,
Pois anuncia o fim do que nem queriam começar.
Mas, para mim, ela é igual,
Igual à Sexta-Feira, mas sem dormir até tarde no outro dia.

A Sexta-Feira é apreciada,
Pois termina o sofrimento deles.
Mas, para mim, ela é especial,
Especial porque o Monstro sai de casa.

O Sábado é aproveitado,
Aproveitado por quem está exausto.
Mas, para mim, é um suspiro de liberdade,
Pois posso escrever sem o Monstro por perto.

Domingo, doce Domingo,
É um dia para se aproveitar.
Mas, para mim, é dia de culto,
Culto indesejado.

Cada dia da semana é único,
Cada dia da semana é para aproveitar,
Cada dia da semana é um recomeço,
Cada dia da semana é uma vivência.

Significado do Poema 

1ª Estrofe: L. A. inicia a semana na segunda-feira, coincidindo com o dia que inicia-se suas aulas. Embora seja odiada por iniciar o que não querem começar, a autora vê a segunda-feira como uma oportunidade, oportunidade de expressar-se (recomeçar), pois ela posta em seu blog todas as segundas-feiras.

2ª Estrofe: Lua diz que a terça-feira é amiga da segunda-feira e, por isso, é odiada. Para a autora, a terça-feira é um dia antes do “Inferno Religioso”, demonstrando sua aversão à prática religiosa, sentimento já descrito em “Eu Digo: Foda-se”.

3ª Estrofe: Ela diz que a quarta-feira é amada, “pois é o meio-fio que divide o começo do fim”. Para ela e para quem precisa colocar uma máscara religiosa, porém, a quarta-feira é odiada.

4ª Estrofe: Lua Austen escreve sobre a quinta-feira, dizendo que, para os outros, ela é doce, pois anuncia o fim da semana. Para a autora, a quinta feira é igual à sexta-feira, mas sem o privilégio de dormir até tarde no outro dia.

5ª Estrofe: Luana diz que “a sexta-feira é apreciada, pois termina o sofrimento dos outros”. Para ela, a sexta-feira é especial, porque o Monstro — que simboliza seu pai — , sai de casa.

6ª Estrofe: Aqui, ela muda a estrutura do texto; a repetição da última palavra do verso (“aproveitado”) vem primeiro e a explicação (“pois”) vem em último, dando a impressão de que o sábado é tão diferente que a mudança estrutural do poema se faça necessária. Outra vez, ela cita o Monstro, mostrando que sua ausência ajuda no seu processo de escrita.

7ª Estrofe: Ela fala sobre o domingo, mostrando que ele deveria ser um dia para se aproveitar, mas que, para ela, é um dia de culto indesejado.

8ª Estrofe: Finalmente, ela termina o poema com uma anáfora com o título do poema, dizendo que cada dia é único, para se aproveitar, um recomeço e uma vivência.

Conclusão 

Além de ter sido o poema com mais estrofes que escrevi, ele também foi algo sincero e que eu me diverti fazendo. Leiam com moderação 😐☝️.

{L. A.}

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