Poesias Luásticas™
Na manhã do dia 25 de julho de 2025, eu estava na escola, sentada numa cadeira perto da janela, por onde o Sol entrava. Por isso, decidir escrever um poema sobre esses dois elementos — a janela e o Sol.
Poema: Janela
Sentada perto da janela,
Eu ouço a conversa
De gente que sorrir à beça.
Eu nunca tive tanta alegria como essa.
O Sol entra pela janela
E ilumina meu caderno.
Mesmo na escola, consigo ver metáfora na janela.
Talvez o amor seja o Sol,
Que traz calor,
Que traz amor,
Que traz conforto.
E eu sou a janela,
Que tenta se manter fria,
Que tenta ser distante,
Que tenta não arranjar problemas.
Mas o Sol ainda entra pela janela
E talvez essa seja a peça:
A frieza da janela
Nunca é maior que a insistência do Sol que passa por ela.
Significado do Poema
1ª Estrofe: Lua contextualiza o ambiente (escola) em que o poema foi escrito, citando a conversa dos alunos de sua sala.
2ª Estrofe: Ela cita os dois elementos metafóricos — o Sol e a janela.
3ª Estrofe: Aqui, ela faz uma metáfora entre o Sol e o amor, citando as ações do último.
4ª Estrofe: L. A. usa outra metáfora entre a janela e ela mesma, mostrando sua resistência ao amor.
5ª Estrofe: Por fim, a autora junta as duas metáforas, mostrando o triunfo da insistência do Sol (amor) à janela (a autora).
Conclusão
Esse foi um dos poemas mais metafóricos e simples que eu já escrevi, então ele já é um dos meus preferidos. Portanto, esse é um lembrete para todos: o amor vence.
{L. A.}
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