Rascunhos da Alma ★™
Pela manhã, acordei cedo, tomei um banho frio, me vesti com minha calça jeans, minha blusas de botões branca e meu casaco de flores (que me deixa parecendo uma feiticeira 😌🪄💕) e fui para a escola. Saà cedo, então caminhei lentamente, aproveitando cada vista deslumbrante que se desenrolava na minha frente (ok, eu tô parecendo o Victor Hugo).
Cheguei na escola, enchi minha garrafinha e fui para a sala. Como não tinha professor, fiquei conversando com duas amigas na frente da sala, mas depois entramos e tivemos aula de Sociologia. Foi legal, vimos alguns slides e copiamos. Então, tivemos aula de História e, outra vez, uma boa aula. Depois, o recreio, que passei comendo e conversando com um grupo aleatório da mesa em que sentei (eu e meu feitiço de me dar bem com todo mundo). Voltei para a sala e mais aula de História. Inclusive, eu trouxe O Diário de Anne Frank na minha mochila e li um pouco dele entre uma aula e outra.
Fui embora com meu irmão e, no caminho, peguei uma flor vermelha (a que aparece na foto), que estava no chão e capturou minha atenção. Em casa, eu tomei banho, lavei louça e servi o almoço. No começo da minha tarde, eu fiquei criando uma coreografia para a música Movin'On da Kally's Mashup (a qual fiz só uma parte) e depois fiquei escrevendo em meu diário.
Fui fazer café à s 15h, comi bolacha e estudei o que tinha visto na escola. Depois, tomei banho, peguei uma xÃcara de café (não, eu não sou a Dona Florinda) e fui estudar Psicologia.
Hoje, nesse estudo, vi sobre quem somos quando erramos. Nosso sistema de ameaça (segundo a teoria de Paul Gilbert) associa um episódio ao nosso caráter, criando a supergeneralização, um viés cognitivo que costuma transformar casos isolados em regra de vida. Então, o objetivo do dia foi desmitificar isso.
Então, agora, estou escrevendo esse post e ouvindo a música coreana Smiley da Yena e BIBI. Ainda não escureceu por aqui, mas tá fazendo bastante frio. Meus gatos Sol e Branquinha estão dormindo na cadeira à minha frente, ao lado do meu caderno. Não sei o que vou fazer depois daqui, mas devo inventar algo.
A questão é: o quanto do cotidiano é uma escolha consciente que fazemos? Você vive o que vive porque não tem escolha ou porque realmente gosta do que está vivendo?
Com Amor (e Indagação), Lua 🌙 🪄.
Nenhum comentário:
Postar um comentário