Loucuras da Lua Austen
Um espaço seguro para reflexões.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
🌙 Aleatoriedades Cotidianas 🪄
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Um dia habitável — Leitura, ideais e reflexões
Terça-feira, 10 de fevereiro de 2026.
Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026.
domingo, 8 de fevereiro de 2026
Não é sobre "viver sem dor" — é sobre senti-la e conseguir seguir em frente.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Fim de Semana — Refletindo...
Pensatices™
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Um projeto feito com amor — E medo, mas corajosamente.
Não, essa citação não foi dita por alguém famoso. Só um pensamento de alguém com a mente em combustão.
Falando sério agora — “respiração profunda pra conter as risadas gramaticais” —, eu vou publicar um livro. Basicamente, vai ser um diário virando um livro que vou publicar no Google Play Livros sob o pseudônimo de “Marilyn Austen”.
“Ok, mas por que anunciar isso num lugar que SABEM quem você é?”
É, eu também não sei. No fundo, eu confio mais em quem me conhece por minhas palavras do que pelo que posto nas redes sociais. Talvez um dia esse medo passe e eu atribua o livro a meu nome real, prometo. Não sei a quem eu tô prometendo, mas acredito que esse sentimento passará algum dia.
Ok, informações básicas sobre o livro:
Nome: Com Amor, Lyn.
Data de Lançamento: 22 de maio de 2026 (ou seja, meu aniversário).
Se vocês gostam do que escrevo aqui, talvez gostem desse projeto medrosamente feito por mim. Mas, como dizia Simon, “A coragem é louca”.
Com Amor, Lua ★.
Um Conto de Natal de Charles Dickens — Como fantasmas do Natal mudaram um homem.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Talvez a mudança seja boa (TALVEZ)
Hello, Moonsters 🌙🪄.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Beijos e Croissants de Anne Sophie Jouhanneau — Uma aventura em Paris que me tirou da triste constatação da mudança.
“Beijos e Croissants é um romance jovem adulto encantador escrito por Anne-Sophie Jouhanneau, que combina sonhos, romance e a magia de Paris em uma história leve e envolvente.
A história acompanha Mia Jenrow, uma jovem americana que sempre acreditou estar destinada a ser uma bailarina profissional – uma paixão alimentada por uma antiga lenda familiar ligada à Ópera de Paris. Ao passar um verão em Paris para perseguir seu sonho de ballet, Mia enfrenta desafios inesperados: uma rival competitiva, um instrutor exigente e, claro, novas descobertas sobre si mesma e seu coração.
No meio dessa jornada, ela conhece Louis, um rapaz francês charmoso que a apresenta aos encantos da Cidade do Amor entre passeios de Vespa e croissants deliciosos — mostrando que às vezes a vida reserva surpresas que vão muito além dos nossos planos.”
Na segunda-feira ★.
Na Terça-feira ♪.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Now she's gone...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
I'm getting stronger...
“Quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, às 18h03.
Querida Luzzy ★,
Com você, minha música preferida:
Essa música me ajudou a sobreviver a tempos que quase me engoliam de tão sufocantes. Agora… aqui estou eu: feliz, lúcida e carismática. Mas também sentindo medo, tristeza e dor.
Então, eu ouvi essa música ontem. Eu coloquei ela em loop, cantei junto em inglês e em português, e chorei muito enquanto escrevia. Então, agora eu escrevo, e digo: não duvide de que as coisas que te ancoram na esperança sejam banais. Não são.
Com Amor (Orgulho e Lágrimas), Lua ★.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Fiódor Dostoiévski.
Vidas e Biografias™
“Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski foi um escritor, filósofo e jornalista russo. É considerado por muito um dos maiores romancistas e pensadores da história, bem como um dos maiores « psicólogos » que já existiu, ao considerar a designação e etimologia mais ampla do termo, como investigador da psique.”
“É isso que eu — Google — sei ao seu respeito, sr. Dostoiévski.”
Ok. É isso que você encontra se pesquisar "Fiódor Dostoiévski" — porque o segundo nome é impensável. Mas nossa — ou seja, minha — investigação irá além do Google (o que significa que vou entrar na Wikipedia e transcrever os fatos em minhas próprias palavras).
Filho de Mikhail (e os nomes estranhos se repetem 😯) Dostoiévski e Maria Dostoiévskaia, Fiódor nasceu em Moscou no dia 11 de novembro de 1821, de forma diferente dos escritores da época — ou seja, em uma família não abastada financeiramente. Seu pai era médico militar e, sua mãe, dona de casa — a profissão de médico era pouco valorizada. Mesmo assim — de acordo com um irmão de Fiódor —, eles mantinham seis serviçais para “conservar” um pouco do passado nobre do pai, do qual ele se desfez por conta própria.
Ele teve educação religiosa no cristianismo ortodoxo e — o que mostra que talvez os pais dele prepararam terreno para a cadeira literária dele — estudou literatura e outros estudos de humanidade, junto com seus irmãos. Ter contato com tudo isso — livros, emoções, reflexão — pode ter ajudado ele a tratar isso como “normalidade” (um bom assunto para um post 👀).
Seus pais morreram quando ele era muito jovem: a mãe morreu em 1836 — ou seja, ele tinha 15 anos — e, seu pai, em junho de 1839. Há suspeitas de que ele foi assassinado pelos próprios servos, na sua propriedade rural em Daravói. Deve ter sido difícil para Dostoiévski seguir a vida depois de ter perdido a mãe e o pai — assassinado ou não — tão cedo e em tão pouco tempo.
Além das matérias militares e da engenharia estudadas na Academia Militar de Engenharia de São Petersburgo, ele estudou a obra de Victor Hugo — o cara das frases longas e descrições sobre esgoto? Ele mesmo! 😌☝️ —, Honoré de Balzac, George Sand e Eugène Sue, visto que a academia tinha um excelente programa de literatura, focado principalmente na produção francesa. Ele também foi muito influenciado pelo poeta romântico alemão Friedrich Schiller.
A partir de agosto de 1841, Dostoiévski passou a morar fora da escola, dividindo apartamentos com conhecidos e com o irmão Andrei. Nessa época — segundo um desses conhecidos — escreveu partes de duas peças românticas, as quais não duraram e cujos títulos eram Mary Stuart e Boris Godunov. Terminou a engenharia em 1843.
Em 1845, Fiódor começou a escrever seu primeiro romance: “Gente Pobre”, o qual recebeu boas críticas até do mais influente crítico da literatura, Belinski. O crítico estava entusiasmado com o movimento realista europeu e viu no romance de Dostoiévski a primeira tentativa do gênero na Rússia. O livro foi publicado em 1846.
Depois de outros romances e contos, Dostoiévski entrou em contato com grupos da Inteligentsia — uma categoria ou grupos de pessoas envolvidas em trabalho intelectual complexo e criativo — russa, como o Círculo Petrashevski — dedicado à discussão sobre literatura e humanidade — e o Círculo Palm-Durov — formado a partir do primeiro, servindo de fachada para radicais revolucionários, incluindo o próprio Dostoiévski, que foi preso por suas atividades neste círculo (Petrashevski).
Na noite de 22-23 de abril de 1849, Dostoiévski foi detido, sob acusação de conspirar contra o czar Nicolau I. Depois das revoluções de 1848, o czar tornou-se vigoroso contra qualquer organização que poderia ameaçar seu reinado. A principal acusação foi de ter lido uma carta de Vissarion Belinski ao escritor Nicolai Gogol, que continha visões políticas e sociais conservadoras.
Por conta do processo, Fiódor passou oito meses na Fortaleza de São Pedro e São Paulo, onde escreveu notas para diferentes obras, mas a única obra concluída desta época foi O Pequeno Herói. Depois da investigação do Círculo Petrashevski, em 17 de setembro de 1849, quando foram enviadas para o czar, o qual ordenou a abertura de um tribunal civil e militar para julgar 28 acusados. Destes, 15, incluindo Dostoiévski, foram condenados no dia 16 de novembro à pena de morte por fuzilamento.
Após vários recursos, Nicolau I perdoou muito dos sentenciados à morte. Dostoiévski foi condenado a oito anos de trabalhos forçados, pena reduzida para quatro anos seguida de serviço militar por tempo indeterminado. Mesmo assim, em 22 de dezembro os prisioneiros foram levados para a Praça Semenovski, local da suposta execução. Três membros dos grupos — Petrashevski, Mombelli e Grigoriev — foram amarrados aos postes em frente ao pelotão. Fiódor era um dos três próximos. Enquanto aguardava, falou a Nikolai Spetchniev, que estava atrás dele: — “Nós estaremos com Cristo”. O revolucionário respondeu: “Um pouco de poeira”.
Antes da ordem para o fuzilamento, o czar ordenou que a pena fosse comutada para prisão com trabalhos forçados. A ordem havia sido assinada dias antes, mas Nicolau I exigiu a falsa execução (masoquista, não?). Através do Príncipe Míchkin de O Idiota, Dostoiévski descreveu essa sensação de quase morte.
Então, Fiódor partiu para a Sibéria depois de receber os grilhões. Dostoiévski passou a apreciar a vida de uma maneira muito diferente de como sua perspectiva era, iniciando um processo de transformação existencial, literária e política, que estaria finalizada 10 anos depois, quando voltaria para São Petersburgo.
Primeiramente, foi mandado para a prisão em Tobolsk, onde os presos eram redistribuídos para vários campos de trabalho a fim de cumprirem suas penas de trabalho forçado (chamado sistema Katorga — um sistema prisional do Império Russo). Lá, ele encontrou muitos dezembristas, diversos dos quais estavam acompanhados de suas esposas, que se exilavam espontaneamente. Elas forneceram a Dostoiévski, e aos outros prisioneiros, seus exemplares do Novo Testamento, o único livro permitido na prisão.
Então, ele foi encaminhado para a prisão em Omsk, centro administrativo da Sibéria, onde cumpriu por quatro anos a sentença de trabalhos forçados. Em uma carta ao irmão, Dostoiévski disse que o local deveria ter sido demolido anos antes, denunciando as péssimas condições da prisão. Embora a dificuldade e o mau estado do local, era possível conseguir outro tipo de literatura (espero que ele tenha lido muito).
Um dos fatos impactantes para ele foi descobrir que na prisão os servos não aceitavam pessoas de classe superiores como iguais. Os camponeses zombavam dos intelectuais por sua falta de jeito nos trabalhos físicos e, quando Dostoiévski se juntou a um protesto pela má qualidade da comida da prisão, eles não aceitaram e o expulsaram, porque ele podia comprar reforço alimentar, não tendo “lugar de fala” na manifestação.
Na prisão da Sibéria, o escritor sofreu seu primeiro ataque de epilepsia, condição “passada” para alguns de seus personagens, como o Príncipe Míchkin de O Idiota, Kiríllov de Os Demônios e Smerdiákov de Os Irmãos Karamazov. As cartas ao irmão deixam claro que os ataques epilépticos começaram na Sibéria, visto que ele já apresentava problemas nervosos antes.
Em fevereiro de 1854, deixou a Sibéria para cumprir pena de serviço militar sem tempo determinado.
Saindo da prisão, Dostoiévski foi enviado para servir no exército russo no Sétimo Batalhão do Corpo Militar da Sibéria, permanecendo quatro anos no Cazaquistão, na fortaleza de Semipalatinsk.
Nessa época, se apaixonou por Maria Dmitriévna, mulher casada e mãe de um menino, do qual Dostoiévski era tutor. Maria sofria de tuberculose. Quando ela e a família de mudaram para Kuinestk, ambos trocaram cartas, das quais apenas uma sobrevive (lá vai a Luana pesquisar "carta de Dostoiévski" às duas da manhã 🤫). Com a morte do marido dela em agosto de 1855 e com a promoção dele em novembro do mesmo ano, ele a pediu em casamento. Mas não sem umas tretas (até um caso com outro cara 👀😑), Maria aceitou em dezembro de 1856 (um ano e UM MÊS depois 😤) e em 7 de fevereiro do ano seguinte ocorreu a cerimônia.
Dostoiévski também passou por extremas mudanças existenciais, religiosas, morais e políticas no período entre a detenção e o retorno a São Petersburgo, fato afirmado pelo próprio autor.
Após assistir a uma extremamente violenta — e para ele, insuportável —, festividade de Páscoa dos servos na prisão, ele lembrou do caso do servo Marei (servo do seu pai), o qual ocorreu durante a infância do escritor. Marei tratou Dostoiévski com extremo amor, quando este, com oito anos, pensou ter ouvido uivos de lobos na propriedade deles (boa imaginação ☝️). Essa lembrança fez com que o escritor passasse do rancor aos servos (por não o tratarem como igual) à crença de que se deve tratá-los como iguais, ou seja, ele estava iniciando uma crença socialista. Finalmente, chegou a ter fé na moral dos servos (cristianismo ortodoxo), do povo russo como seres humanos capazes de infinito amor, mas também de infinito mal.
No final de dezembro de 1859, retornou com sua família (esposa e enteado) para São Petersburgo. O retorno não foi um dos mais fáceis, vistor que sua ausência o afastou da literatura e do jornalismo. A situação política estava estável, já que Alexander II, czar que assumiu o trono em 1855, estava determinado a libertar os servos, o que deixou o escritor e a Inteligência Russa favoráveis ao czar.
Ele morreu em 9 de fevereiro de 1881 de uma hemorragia pulmonar associada com enfisema. Uma procissão fúnebre foi feita com representantes de diversos grupos sociais, aproximadamente 30 000 pessoas seguiram o corpo, que foi velado na Igreja do Espírito Santo.
Minhas opiniões (interpretando o texto em one, two, three...)
O primeiro livro que li de Dostoiévski foi O Jogador, e ele foi minha introdução à literatura russa, como vocês sabem, mas eu nunca pensei que ele tivesse passado por tanta coisa (e olha que eu só escrevi sobre a vida dele, sem adentrar nas obras). Fiquei meio orgulhosa (?) em saber que ele tinha estudado Victor Hugo, o cara da literatura francesa que eu sou obcecada (no bom sentido, não é como se eu fosse roubar o corpo dele do cemitério 👀👉👈).
Esse lance dele se apaixonar por uma mulher casada me lembrou o Camilo Castelo Branco e a Ana Plácido. Bom, pelo menos ele teve a prudência de não fazer nada que trocar cartas (afinal, o que cartas tããão inofensivas podem fazer, né? 🤷). Embora não seja de nenhuma religião (muito menos do cristianismo), me senti feliz com as novas crenças dele e sua fé. Como eu disse, a verdade é relativa, e mesmo que não seja a minha, fiquei feliz por ele ter encontrado a dele.
Como uma boa leitora que se preza, eu tenho o app de leitura Skeelo. E lá, eu tenho o livro Os Irmãos Karamazov para ler, o qual estou esperando o momento certo (traduzindo: o momento que eu não esteja atolada até a garganta de livros para ler 😀📚).
Fiódor Dostoiévski não foi um ser perfeito, mas foi o mais bonito — humano.
Com Amor (e Orgulho), Lua ★.
domingo, 25 de janeiro de 2026
Sobre Les Misérables
Querida Luzzy ★,
Acabei de ler Os Miseráveis e Jean Valjean morreu. Mas antes disso, Marius o perdôo e, Cosette, pôde vê-lo pela última vez. Ele, o homem que ajudou tanto gente, que foi pai para uma garotinha que nem era sua filha, foi afastado da sociedade como uma escória, onde ele não podia dizer seu nome verdadeiro, onde ele tinha que se esconder sempre.
Sinceramente, errar publicamente — ou até um erro comum — pode ditar como será sua vida, pode delimitar seu lado, ou a sociedade boa, ou o esgoto dos miseráveis. As pessoas não perdoam tão fácil assim, as pessoas se tornam juízes sem a faculdade de Direito. Isso é certo? Não. É como a vida funciona? Infelizmente, é. Victor Hugo não se atreveria a fazer parágrafos sobre isso (ou sim, vai saber).
Com Amor, Lua.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Um Ensaio sobre a Vida
Pensatices™
Até eu estava com saudades de escrever livremente e sem pensar muito no que digo — porque eu penso demais quando não deveria pensar. Hoje é sexta-feira, sinônimo de fim de semana e de aulas se aproximando. Isso deveria me assustar, né? Mas na verdade, eu estou realmente ansiosa para estudar. Eu sou uma alma sedenta por aprender, então a escola é o melhor refúgio para minha mente agitada.
Bom, o dia nem começou ainda (porque eu só funciono depois das 13h), então eu vou apenas estar aqui e pensar na minha vida. Estou quase acabando Os Miseráveis, e pretendo assistir ao filme. Eu não conheço ninguém que já tenho o assistido, mas eu acho que vai ser bom. Ainda tenho vários outros livros para ler e eu tô bem animada com tudo, really.
Ah, eu tive minha primeira consulta com uma psicóloga do ano. Foi muito bom e eu me senti ouvida pela primeira vez em minha vida. Sério, foi incrível.
No momento, está chovendo. E eu tô tomando café. E estou com um vestido vermelho (como a Louisa Clark, só que sem o Will). Eu assisti Com Amor Simon um dia desses e também Como Eu Era Antes de Você. Sinceramente, voltar para esses filmes me deixa flutuante e minimamente confortável. Inclusive, estou reassitindo a uma série — Kally's Mashup — que eu via quando era criança. E já coloquei várias das músicas dela na minha playlist. Estou feliz, serious.
Também tenho estudado Psicologia. Estou me saindo muito bem em tudo, e eu adoro isso.
Um conselho do avô de Marius é "Amem-se! Adorem-se!". E eu concordo. Quando se tem um amor — eu já tive quatro, então sei do que tô falando —, não podemos "moderar" o nosso sentimento. Precisamos gritar aos quatro cantos do universo que amamos e somos amados, que temos um ser incrível ao nosso lado, que a gente ama alguém sublime. Se eu tivesse um amor, uma garota ou um garoto, ou até quem não se identifica com o gênero, me amando e eu amando essa pessoa, eu faria todos a conhecerem, diria — vou me valer dessa expressão — a Deus e o mundo que eu encontrei o ser mais precioso, que eu sou retribuída no meu amor. Se eu tivesse um amor... claro.
E falando em amar, ando em dúvida sobre a bissexualidade e a pansexualidade. Mas acho que eu sou mais pansexual do que bissexual, só que eu não tenho nenhuma experiência para comprovar o fato. "Benditos céus, mandai-me um amor!" (Se eu orasse, seria isso). Olha, não levem muito a sério minhas efusões do parágrafo acima, às vezes eu me emociono.
Em toda a minha solidão, eu anseei por um doce e meigo amor. Mas agora… sei lá, acho que gosto mais de estar só. Todo mundo que pensa que vai morrer sem um amor se transforma num jovem solitário? Porque, se sim, alguém tem que me explicar essa metamorfose (Franz Kafka ou o Raul Seixas saberiam me explicar).
Uma vez, depois do meu primeiro coração partido, eu jurei nunca mais amar ninguém. Mas aí, eu amei outras pessoas, que também quebraram o meu coração, só que dessa vez, eu decidi não amaldiçoar o amor. Eu amo o amor, eu amo amar. Mas talvez, quando se trata do outro, eu me torne um alvo fácil, alguém que se pode aproveitar. Eu não sei se é drama meu, mas acho que eu sou bem melhor sozinha. Amar e cruzar fronteiras pelo outro talvez sempre acabe com decepção e dor. Pelo menos, pra mim.
Falar do amor sempre me deixa assim: boba. Quem leria essas cartas? Quem se importaria com os relatos sentimentais de uma garota de quinze anos? Não sei, mas nas estatísticas desse blog, 425 pessoas me lêem. E eu não entendo como. Não entendo quem se importaria. Mas eu me importo, isso é o suficiente.
“Eu amei e fui amada, isso é o suficiente pra mim.” (Love Scenario, Ikon).
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Sociedade dos Poetas Mortos — E o lema “Carpe Diem”.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Cálice (Cale-se) — O desejo por autenticidade.
🌙 Aleatoriedades Cotidianas 🪄
Rascunhos da Alma ★™ Pela manhã, acordei cedo, tomei um banho frio, me vesti com minha calça jeans, minha blusas de botões branc...
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