terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Com Amor, Simon — Despertando Debates sobre a Sexualidade.

          Resenhando Filmes™
Com Amor, Simon é uma história de amadurecimento centrada em Simon Spier, um adolescente de 17 anos que leva uma vida aparentemente comum: ele tem uma família amorosa, amigos leais e um futuro promissor. No entanto, Simon guarda um segredo: ele é gay, mas ainda não contou para ninguém.
A trama se intensifica quando Simon começa a trocar e-mails anonimamente com um colega de escola que utiliza o pseudônimo "Blue". Através dessa mensagens, os dois compartilham suas inseguranças e anseios, criando uma conexão profunda sem nunca terem se visto.
O conflito principal surge quando um colega de classe descobre essas mensagens e começa a chantagear Simon, ameaçando expor sua sexualidade para toda a escola. Agora, Simon precisa aprender a lidar com as pressões do ensino médio, proteger sua identidade e descobrir quem é o misterioso "Blue", tudo isso enquanto busca a coragem necessária para ser quem ele realmente é.”

Quando Assisti?
Em alguma noite do mês de junho de 2022, a emissora Globo, em homenagem ao Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, transmitiu esse filme e eu o vi, (mesmo sabendo que eu deveria dormir para a aula do dia seguinte).

O que Significou para Mim?
Nesse ano, eu estava confusa quanto à minha identidade sexual, se eu era heterossexual, lésbica ou bissexual. Então… assistir a esse filme foi como alguém dizer em meio à neblina: “Eu te vejo e te entendo”. Embora o Simon não tenha tida confusão quanto à sexualidade, eu senti que me mostrar ao mundo poderia levar tempo e que eu não deveria apressá-lo.

Qual Foi o Momento Mais Marcante?
A parte mais marcante foi o post que Simon escreveu depois de tudo. Quando ele falou que dizer quem se é ao mundo é assustador, porque, e se o mundo não gostar da gente? Então, foi o momento mais bonito, além da bela e magnífica cena da roda-gigante, claro.

O que Aprendi e Minhas Reflexões 
No começo do filme, dá para perceber que Simon quase que prendia o ar para que ninguém soubesse que ele é gay. Isso me faz pensar que é mais trabalhoso ser uma farsa do que ser você mesmo, mas sempre escolhemos o segundo porque o primeiro é frágil e assustador.

Eu gosto muito do Ethan por ser forte e se defender daqueles idiotas. Ele não apareceu tantas vezes, mas conseguiu impactar e ser um dos meus personagens favoritos no pouco que teve.

As partes mais tristes são as coisas que se seguem depois que Martin vaza os e-mails do Simon com o Blue. Mas depois… as coisas se reconstroem lentamente, mostrando que sempre há recomeços.

Então, sim, é asssutador dizer quem você é ao mundo, mas também é um ato — de coragem, de heroísmo e de amor.

                             Com Amor, Lua.

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